Métodos de educação de diversos países

“As negócios são mais complicadas que em mais lugares, especificamente do ponto de ideia legal ”, admite Alain Bourdon, adjunto representante da esperteza cultural e acadêmica da embaixada francesa no Brasil, porém a França possui uma ótimo imagem aqui.

Há uma probabilidade tangível de coadjuvação do lado brasileiro, por isso minha doutrina para as instituições francesas é: “ Não tenha medo da crise, vá adiante, o Brasil vai se restabelecer ”. Contanto que você esteja concluído para se armar com assiduidade.

Freios por causa de à crise

Aguardar, é o que o Grupo Central de Escolas faz. O projeto de abrir um campus em Santos, em sociedade com a USP ( Faculdade de São Paulo), foi a princípio reconhecido para 2017. Marc Zolver, diretor de relações internacionais da CentraleSupélec, está no cargo em 2019. ideia? Crie uma academia de engenharia de “ jeito francês”, que treinará estudantes brasileiros – o projeto também não foi adotado.

“Com a crise, houve um certamente obstáculo, porém isto não nos arrefeceu. O Brasil continua sendo o parceiro valido das escolas de engenharia francesas há anos, porém, para fazer uma academia, isto continua difícil. Não investimos dinheiro, é um projeto catecúmeno pelos brasileiros, com o qual disponibilizamos nossa expertise e nossa marca “, segue Mac Zolver.

Os esboços mais “leves” cerca de estudo estão se movendo mais acelerado: além disso, em maio, um RESÍDUO (Associated International Laboratory) será inaugurado em São Paulo. Reunirá a Centrale Supélec, a Centrale Lille, a USP e a Faculdade de Campinas.

França, o alcoviteiro país anfitrião para estudantes brasileiros

Embora desse entrecho macabro, as escolas de engenharia francesas são capazes de constantemente montar com o Brafitec. O sisutec 2019 programa de intercâmbio de estudantes de engenharia entre a França e o Brasil, oriundo em 2002, foi tratado. Este sistema, que, no lado brasileiro, é em primeiro lugar um sistema de bolsas de pesquisas apurado, foi, não obstante, um sorvedura para a crise, com uma reconsideração de recursos para baixo e um ano sem solicitações de esboços.

O algarismo de brasileiros enviados para a França caiu cerca de 20% em 2 anos – porém continua fundamental: 700 jovens brasileiros se beneficiaram no ano passado. “É um fossa no ar, porém a Brafitec continua, acabamos de relançar os solicitações de esboços ”, resume Jacques Gelas, diretor de esboços da Cdefi ( Cotejo de Diretores das Escolas de Engenharia da França), mestre, Francês, esse programa.

“ Depois de alguns meses de hesitação, os nossos parceiros brasileiros estão de novo em ordem de luta e desejam conservar o que é um dos seus maiores programas de coadjuvação. Não devemos esquecer que a França continua a ser o alcoviteiro país de Bem vindos estudantes brasileiros, em seguida dos Estados Unidos e de Portugal “, comenta Alain Bourdon, da Embaixada da França no Brasil. forte rivalidade de novos destinos

Em 2016, 270 estudantes franceses de engenharia participaram do programa Brafitec – em semelhança com mais de 360 ​​nos 2 anos anteriores. “ Ou seja tanto um resultado do país pouco apessoado, porém similarmente do redução nos recursos das famílias e da rivalidade de mais e mais novos destinos, como a Índia, porém eu não acredito que isto é bastante tenso, o destino continua apessoado “, temperou Jacques Gelas.

Thomas Froehlicher, diretor administrativo da Kedge Business School, confirma que os poucos contratos de intercâmbio no Brasil permanecem em alta pleito pelos seus alunos. Porém ao contrário do Skema ou do CentraleSupélec, ele não se concentra mais estrategicamente neste país, e desistiu da ideia de uma elaboração, enquanto o projeto foi relatado em 2014 e 2015. Bastante difícil hoje em dia, resumiu Thomas Froehlicher. Em vez do Brasil ou da Argentina, ele prefere olhar para a encosto oeste da América do Sul – Colômbia, Encosto Rica, Chile, Panamá ou Peru.

Modelos mais compatíveis com o das escolas de meneio francesas – no momento em que o Brasil e a Argentina estruturaram seus sistemas de primazia cerca de grandes universidades públicas. “ Porém, para de fato nos posicionarmos, estamos olhando especialmente para a Rússia, o Irã e o Cazaquistão, e eu prefiro me isolar-se nessas áreas de alto desenvolvimento … até mesmo para expropriar nossos alunos de belas praias”.